Cobrança Internacional

Numa época de teletrabalho, covid-19 e confinamento não podemos nunca descurar a economia. A economia real, de quem produz, fabrica e vende. Até porque os arautos da economia são as empresas exportadoras.

Nesta pandemia verificou-se um aumento de fabricação em alguns sectores de empresas europeias e claro das portuguesas também.

As empresas voltadas para o comércio externo tiveram um acréscimo de cerca de 5,9% corresponde a crédito malparado.

Um ano antes, este rácio estava nos 3,7%. No final do ano passado já representava 5,5% do valor dos empréstimos. E se no primeiro mês deste ano recuou de forma ténue, nos dois meses seguintes voltou a agravar-se, aproximando-se dos 6%.

Ora, atendendo ao período de moratórias que se está a viver, e ao malparado internacional, quando esta pandemia se “debelar” vamos ver a frágil empresa exportadora com problemas.

Assim, temos de nos focar além de vender também em cobrar!

O agravamento das situações de crédito malparado no sector exportador começou a aumentar ao longo do ano passado, ressentindo-se da crise em algumas economias importantes para o comércio internacional do país, como países de Africa e Brasil…

Hoje estamos todos a perceber que uma boa gestão do risco de crédito e da gestão da cobrança é fundamental e os advogados, têm ferramentas céleres para, em qualquer país, cobrar o crédito da empresa.

O empresário deve focar-se em exportar, mas os departamentos jurídicos devem estar focados na gestão do risco de crédito e na cobrança imediata em caso de incumprimento.

Nós continuamos atentos e por isso no próximo dia 21, pelas 17 horas vamos ajudar os empresários a entender a forma de cobrar em Espanha, França e na Suíça, e, muitos mais se seguirão através da nossa plataforma Zoom.

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